Até 30 novembro | Teatro | O Jardim das Cerejeiras de Tchekhov nos Recreios da Amadora

Os Recreios da Amadora recebem o novo espetáculo de teatro “O Jardim das Cerejeiras”, do escritor russo Anton Tchekhov.
Esta peça, com encenação assinada por José Peixoto, assinala os 20 anos de existência do Teatro dos Aloés, fundado pelo ator Rui Mendes.
 
Sessões:
26 e 27 novembro (sexta-feira e sábado): 21h00
28 novembro (domingo): 16h00
29 e 30 novembro (segunda e terça-feira): 19h00
 
Sinopse |
O Jardim das Cerejeiras é uma das peças mais paradigmáticas do Século XX.
O autor da obra é o escritor russo Anton Tchekhov, um marco na história do teatro mundial. A sua escrita toca-nos profundamente porque nos faz imergir na complexidade da alma humana. Tchekhov não julga as suas personagens, trata-as antes com uma ternura infinita. Assim já passados 100 anos da escrita desta peça, continuamos a olhar para elas e a vermo-nos ao espelho. Somos impelidos a sentir compaixão por nós próprios, pelas nossas fraquezas, pelos erros que todos os dias cometemos. Faz-nos rir e chorar, chorar e rir muitas vezes em simultâneo. Esta obra deixa-nos com vontade de mudar algo nas nossas vidas e de sermos mais felizes.
No Jardim das Cerejeiras viaja-se para o fim de um tempo, para uma época de transição do Século XIX para o Século XX., num contexto histórico no qual a Rússia sofre as consequências sociais, do impacto não muito distante, da abolição da servidão.
Apresenta-nos uma propriedade rural que, sendo a figura central, não é mais do que a memória de uma aristocracia incapaz de produzir riqueza num “modus vivendi” de fantasias e sonhos, enquanto outras classes vão tomando conta de bens e destinos da sociedade. As personagens vivem as contradições de uma nova era, na qual ninguém sabe ainda qual é o seu verdadeiro lugar.
Como é que uma obra sobre a Rússia do Século XIX pode estar relacionada com o Portugal do Século XXI? Esse é um dos grandes mistérios da escrita Tchekoviana e também a sua atualidade que nos envolve na humanidade universal, com a empatia que nos une e não com as diferenças que nos separam.

Ficha Artística e Técnica:
Texto: Anton Tchekhov | Tradução: António Pescada | Encenação: José Peixoto | Interpretação: André Nunes, Anna Eremin, Carlos Malvarez, Elsa Valentim, Duarte Grilo, Jorge Silva, Katrin Kaasa, Luís Alberto, Marques D’Arede, Patrícia André, Raquel Oliveira, Victor Santos | Espaço Cénico: José Manuel Castanheira | Figurinos: Dino Alves | Música: Miguel Tapadas | Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos | Adereços: Maria Luiz | Apoio ao Movimento: Patrícia Vieira | Design Gráfico: João Rodrigues | Fotografia: Duarte Grilo | Direção de Produção e Divulgação: Daniela Sampaio | Assistência à Encenação : Mariana Lobo Vaz e Sara Azevedo | Consultoria de Comunicação: Sofia Peralta | Construção Cenográfica: JSVC Decor | Operação Técnica: Mafalda Oliveira | Colaboração dos jovens atores: Martim Galamba, Mariana Lobo Vaz, Sara Azevedo, Tiago Diniz, Tiago Peralta | Produção: Teatro dos Aloés 2021

M/12 | 10 €
Descontos: Estudantes/Menores de 25 anos/Maiores de 65 anos/Estudantes de Artes Performativas/Grupos/Desempregados
Duração:2h30 + intervalo

Bilhetes à venda na Ticketline e nos Recreios da Amadora 2 horas antes do início das sessões
Reservas e informações: 916648204 / teatrodosaloes@sapo.pt

Recreios da Amadora
Av. Santos Mattos, 2 – Venteira – 2700-748 Amadora
Telefone: 214 369 055
E-mail: cultura@cm-amadora.pt
GPS: 38.758323, -9.235262

Transportes, Táxis e Parque público de estacionamento:
Comboio da CP: Estação da Amadora – Linha de Sintra – Lisboa;
Vimeca: n.º 20 – Amadora – Algés;
Lisboa Transportes: n.º 114 trajeto Amadora – Algés | n.º 113 trajeto Amadora – Belém;
Táxis (Praça de táxis a 100 mts.);
Parque público de estacionamento (a 20 mts.)

 
 

 

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