Nádia Catarro Estreia nova música “Nossa Senhora Das Dores”

Nádia Filipa Pacheco Catarro nasceu a 13 de Junho de 1994. Criada na bonita vila de Monte Gordo. Desde os 5 anos que é apaixonada pela música. O gosto já era perceptível na altura pois cantava para os colegas e professoras.

Frequentou um clube de teatro aos 14 anos, na escola e a partir daí começou a aventura dos concursos de fado amador. Esteve presente em vários concursos televisivos, na área da música, mais concretamente no fado, o género que mais se identifica e que é verdadeiramente apaixonada. Em 2014 lança o seu primeiro CD, chegando a atuar na Alemanha.

Desde 2018 que representa a “Academia Recreio Artístico” na Grande Noite de Fado de Santa Maria maior, em Lisboa. Para além do fado…a música faz parte da sua vida.

Estreou a 13 de outubro deste ano, o videoclipe da música original, “Nossa Senhora das Dores”. A letra original é de Carlos Bessa, poeta do Porto e a música é de Franklim Godinho.

O videoclipe tem como pano de fundo a bonita Vila de Monte Gordo, que tem como objetivo mostrar as gentes da terra natal de Nádia Catarro, além de seu pai pescador, porque a cantora é uma apaixonada confessa do mar e da procissão de Nossa Senhora das Dores.

A pandemia fez com que adiasse as filmagens mas este ano arregaçou as mangas e foi ao encontro do seu sonho…na verdade, esta é a nova realidade e “os sonhos não podem ser adiados”. É um videoclipe cheio de verdade e transparência.

“No fundo, quero que as pessoas olhem para o meu trabalho nos dias em que a fé esteja um pouco perdida…quero que se agarrem à força que o videoclipe transmite. Dar a conhecer as minhas origens é um orgulho…pois é com orgulho que sigo o meu caminho sem nunca me esquecer de onde vim. E sempre, sempre com fé na alma e no coração.

Nádia gostava de chegar às rádios e programas de TV para apresentar o seu trabalho, o objetivo principal é fazer sempre com que a música seja umas das principais ligações entre todos os seres humanos, além de ser a forma mais bonita de comunicar. Cantar com verdade, sendo muitas vezes o alento para outras pessoas e para ela mesma.

Nádia Catarro refere que a música nos transporta sempre para um Mundo mais ajustado aos nossos melhores sentimentos.

“Rogo que assim seja, sempre”. Nádia Catarro